Oito igrejas atacadas no Chile apenas em janeiro de 2018

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Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Incêndios contra igrejas já se tornaram comuns no Chile, limitando ainda mais a liberdade religiosa dos cristãos.


O ano começou com uma série de ataques a igrejas em várias regiões do Chile. Três igrejas foram incendiadas nos municípios de Peñalolén, Recoleta e Santiago.

O portal de notícias Clarín informou que duas igrejas na cidade de Cunco e uma em Puente Alto também enfrentaram ataques parecidos. Outra igreja em Lo Espejo também foi queimada, e uma em Calafquén foi atacada. No total foram oito ataques a igrejas somente no mês de janeiro.

Em janeiro, durante a visita do Papa Francisco ao país, também reportamos ataques contra igrejas chilenas.

Não se sabe qual grupo é responsável pelos ataques, mas de acordo com a BBC, foi encontrado um panfleto com referências ao ativismo do grupo indígena mapuche.

Uma analista de perseguição da organização internacional Portas Abertas, também confirmou que os principais suspeitos do ataque são realmente os ativistas do grupo.

Ela ainda disse que parece que incêndios a igrejas já se tornaram comuns no Chile:

“Sem nenhuma resposta do governo, o vandalismo e a violência continuam colocando em perigo a já limitada liberdade de religião de cristãos que querem praticar a fé sem medo.

 

Com informações de: [PortasAbertas]

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