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Igrejas investem em mídia social para atrair os mais jovens

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Um levantamento recente do Grupo Barna mostrou que 35% dos adolescentes americanos se identificam como “ateus, agnósticos ou sem religião”.

Nos Estados Unidos, onde o cristianismo mostra-se “estagnado” em termos numéricos e “em declínio” nas grandes cidades, algumas igrejas decidiram fazer mudanças drásticas na tentativa de atrair os mais jovens.

O alvo primordial são os milenials, nascidos entre meados das décadas de 1980 e 1990.

Estudos recentes mostram que para alcançar esse público, as marcas estão precisando se reinventar. Esse movimento também é identificado no Brasil, embora em menor escala.

Por exemplo, a tradicional Igreja Batista Parkway, em Kansas City, passou a se chamar “City of Truth” [Cidade da Verdade]. Quando o pastor Armour D. Stephenson assumiu a congregação, ela tinha “despencado” de 300 para 85 membros. Ao longo do último ano, a congregação cresceu para cerca de 1.000 membros.

Já a Grace Capital City [Capital da Graça], começou como um grupo dento da Igreja dos Peregrinos, uma presbiteriana fundada em 1903. Seus cultos no templo de estilo gótico construído em 1929 abrigam hoje um público que é 80% formado por milenials.

Com o curioso nome de The Table Church [Igreja da Mesa], a congregação pastoreada por Kevin Lum tem uma história diferente. Surgida em plena “era da internet”, eles apostam em uma abordagem focada num público acostumado com a alta velocidade das informações, mas que padece do isolamento causado pela imersão no mundo virtual.

 

Com informações de Gospel Prime

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