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Imprensa dos EUA começa a admitir eficácia da cloroquina contra Covid-19

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Imprensa dos EUA começa a admitir eficácia da cloroquina contra Covid-19
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Nem sempre foi aceitável usar uma retórica otimista sobre a eficácia da cloroquina no tratamento ao coronavírus na imprensa dos EUA.

Veículos de imprensa e políticos alinhados à esquerda dos Estados Unidos começaram a reconhecer que o medicamento hidroxicloroquina pode ser útil, afinal, no combate aos casos mais graves da infecção por Covid-19.

O novo posicionamento da imprensa acontece após alguns jornalistas zombarem repetidamente do presidente Donald Trump por sugerir — no último dia 19 de março — que a hidroxicloroquina poderia ser um tratamento eficaz para o novo coronavírus.

A desinformação impulsionada pelos maiores meios de comunicação mundiais sobre o medicamento foi um caso único, pois não foi baseado apenas em discordâncias políticas, mas também em conselhos e diretrizes médicas que podem ter dissuadido alguns profissionais de saúde de procurar o tratamento.

“Droga contra a malária ajuda pacientes com vírus a melhorar, em um pequeno estudo”, diz o título de reportagem do New York Times nesta semana. O jornal acrescentou: 

“Um grupo de pessoas moderadamente doentes recebeu hidroxicloroquina, que parece aliviar seus sintomas rapidamente, mas são necessárias mais pesquisas.”

Gretchen Whitmer, governadora democrata de Michigan, mudou da água para o vinho. Ela passou de ameaçar médicos que utilizassem a cloroquina para tratar pacientes com coronavírus a solicitar que o governo federal enviasse um pouco ao seu estado, diz o jornal Metro Times.

Já na última quinta-feira (2), uma grupo internacional composto por milhares de médicos classificou a hidroxicloroquina como a “terapia mais eficaz” para tratar o coronavírus atualmente.

No entanto, nem sempre foi considerado aceitável usar esse tipo de retórica otimista sobre a cloroquina em território norte-americano.

“Trump está dando às pessoas falsas esperanças de cura do coronavírus”, dizia uma manchete do jornal Washington Post no último dia 25 de março. No texto, o conselho editorial do Post afirmou: 

“Trump está espalhando falsas esperanças de cura para o vírus – e esse não é o único dano. A resposta mais promissora para a pandemia será uma vacina, e os pesquisadores estão correndo para desenvolver uma.”

O estrategista de comunicação Drew Holden sinalizou esses e vários outros exemplos de desinformação da mídia sobre a cloroquina em um longo tópico no Twitter. Confira aqui.

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