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Imprensa dos EUA glorifica general do Irã eliminado por Trump

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Para não perder o costume de atacar Trump, os jornalistas americanos não se envergonharam de glorificar o terrorista Soleimani.

Como era de se esperar, o ataque com drone dos Estados Unidos que neutralizou o general iraniano Qassem Soleimani — um terrorista responsável por milhares de mortes mundo afora — resultou em uma intensa cobertura por parte dos veículos de imprensa.

Os jornalistas não cansaram de fazer comparações ridículas para glorificar Soleimani. Segundo o jornal Business Insider, o iraniano era como o general George Patton ou o Duque de Wellington

Ryan Cooper, o correspondente nacional da The Week, fez um dos comentários mais desprezíveis: “Os EUA são culpados de tudo o que acusamos o Irã de fazer”.

“Se assassinar um suposto criminoso de guerra em um aeroporto é um jogo justo, então é melhor muitas pessoas em D.C. e Virgínia do Norte, começarem a viajar de trem ou navio”, disse Cooper.

Holly Williams, repórter da CBS, destacou que Soleimani era “uma figura reverenciada”, “um líder militar inspirador” e, é claro, um “gênio militar”.

The New Yorker descreveu Soleimani de maneira heroica como “um extravagante ex-trabalhador da construção. Um fisiculturista com cabelos brancos como a neve, uma barba elegante e sobrancelhas arqueadas de sal e pimenta”.

O jornal The Washington Post tratou Soleimani como um líder legítimo. A manchete o classificou como “principal comandante iraniano”, não de terrorista. 

Na verdade, o único trecho da reportagem do Post que fez menção ao terrorismo foi a declaração do chanceler do Irã, Mohammad Javad Zarif, que acusou os EUA de praticar um “ato de terrorismo internacional”.

O jornal The New York Times chamou Soleimani simplesmente de “Comandante das Forças Armadas do Irã”. O responsável por mais de 600 mortes de militares americanos no Iraque nunca foi classificado terrorista.

A jornalista Farnaz Fassihi, também do NY Times, comentou sobre um “vídeo pessoal raro do general Suleimani recitando poesia” que era “sobre amigos indo embora e ele sendo deixado para trás”.

Mas o título de pior momento ficou com Kaitlan Collins, correspondente da CNN na Casa Branca, que escreveu um artigo tão insípido que deveria ser usado nas escolas de jornalismo sobre o que não fazer em eventos deste tipo. 

O seu texto se concentrou fortemente no que o presidente Trump estava comendo durante o ataque. Foi assim que Collins começou um dos parágrafos: “Quando o bolo de carne e o sorvete foram servidos, o Pentágono confirmou…”.

O perfil “CNN Politics” no Twitter chegou a publicar a seguinte manchete: “O presidente Trump jantou sorvete quando as notícias do ataque aéreo começaram”.

Adaptado da fonte Fox News
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