Incêndio criminoso no Congo destrói maior parte das urnas eletrônicas

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Incêndio criminoso no Congo destrói maior parte das urnas eletrônicas
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Governo do Congo afirmou que o incêndio, que destruiu 70% das urnas eletrônicas na capital do país, foi uma obra criminosa e que as eleições serão mantidas.


Um incêndio que consumiu durante a noite desta quarta-feira (12) um depósito em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo, destruiu milhares de urnas eleitorais que deveriam ser usadas na eleição presidencial de 23 de dezembro.

Barnabe Kikaya Bin Karubi disse que 70% do equipamento que deveria ser usado na votação em Kinshasa, onde mora mais de 15% da população do país, foi destruído pelo incêndio, que disse ter sido iniciado por “criminosos”.

Kikaya disse que os preparativos para a votação, que pode ser a primeira transferência de poder pacífica do país, continuarão e que urnas eletrônicas de outras regiões serão solicitadas para uso na capital.

Segundo ele, o incêndio foi obra de criminosos e os policiais que vigiavam o depósito foram presos. O chefe de polícia de Kinshasa disse que uma equipe forense foi ao local para investigar.

A votação para substituir o presidente Joseph Kabila, no cargo desde 2001, deveria ter acontecido em 2016, mas tem sido adiada repetidamente devido a problemas logísticos e de segurança, segundo informações do “R7“.

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