Índia da equipe de Bolsonaro foi atleta antes do Exército

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Índia da equipe de Bolsonaro foi atleta antes do Exército
TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Silvia Nobre Waiãpi, 42 anos, foi uma das quatro mulheres anunciadas nesta quarta-feira (7) pelo presidente eleito Jair Bolsonaro para fazer parte da equipe de transição do seu governo.

Moradora de rua, vendedora de livros, atriz, atleta, fisioterapeuta e primeira índia militar.

O caminho da índia Silvia Nobre Waiãpi até a equipe de transição do presidente eleito Jair Bolsonaro foi longo e repleto de percalços.

Waiãpi foi atleta profissional de atletismo pelo Vasco da Gama e acabou ganhando uma bolsa para estudar fisioterapia na Unisuam (Centro Universitário Augusto Motta), no Rio de Janeiro.

Após várias especializações, um trabalho como fisioterapeuta com um grupo de fuzileiros navais a levou ao mundo militar.

Tentou entrar para as Forças Armadas pela primeira vez em 2009, mas não conseguiu. Prestou concurso de novo no ano seguinte e passou para Marinha e Exército. Escolheu a segunda opção porque “sua pele é verde oliva”, tornando-se a primeira mulher indígena militar.

Desde 2016, Silvia Nobre é chefe do serviço de medicina física e reabilitação do Hospital Central do Exército, em Benfica, na zona norte do Rio de Janeiro, atividade que exalta nas redes sociais, assim como a cultura e as reivindicações indígenas. Periodicamente, ela retorna à sua aldeia na Amazônia.

 

Adaptado da fonte Folha

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