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Influenciadora detalha como funcionava o Mensalinho do Twitter

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O deputado federal Miguel Corrêa (PT-MG) é alvo de duas ações eleitorais sob acusação de abuso no uso de meios de comunicação e abuso de poder econômico.

O parlamentar petista é o dono das empresas Fórmula e Follow.

As companhias usaram influenciadores digitais para elogiar candidatos do PT de forma massiva em redes sociais durante o período eleitoral com a promessa de remunerá-los segundo o alcance das publicações.

Emails entregues por uma dessas influenciadoras, Danieli Moreira, ao Ministério Público Federal de São Paulo detalham como eles eram pautados a cada dia para direcionarem suas publicações, registra a “Folha“.

Nenhuma das postagens identificam terem sido pagas ou contratadas, o que é proibido pela legislação eleitoral. Danieli recebeu uma promessa de pagamento de R$ 2.000 por mês.

O petista Miguel Corrêa é o mentor do Mensalinho do Twitter

Propaganda eleitoral irregular a favor do PT

Inicialmente, os influenciadores foram prospectados pela agência Lajoy, de marketing digital, com a proposta de que participariam de uma ação de ativismo de esquerda, ainda de acordo com a “Folha“.

No dia 8 de agosto, a jornalista Carolina Gasparetto Barin, da Follow, pautou os influenciadores com as seguintes sugestões: “criticar o governo e/ou a direita”, ou “participação das mulheres nas eleições e a necessidade de termos representantes mulheres e feministas”.

Duas pautas esquerdistas tradicionais, sem ligações com candidatos ou partidos políticos. Até aí tudo bem.

Acontece que, seis dias depois, no dia 14 de agosto, veio o alerta de que a pauta seria bastante diferente.

“Nós queremos emplacar uma hashtag nos trending topics do Twitter durante a tarde, #LulaZord”, anunciou a jornalista.

A ideia era levar aos assuntos mais relevantes do Twitter o registro da chapa petista à Presidência da República, com Lula (PT), Fernando Haddad (PT) e Manuela D’Ávila (PCdoB).

Como de costume, o e-mail trazia imagens e sugestões de memes para serem postados.

A partir de então, cada e-mail diário passou a enfocar um político petista diferente, entre eles: Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias, Wellington Dias, Luiz Marinho, entre outros.

O desvio da função inicial acabou sendo o estopim para que uma influenciadora denunciasse o caso pelo Twitter, conforme noticiou a Renova.

Investigação sobre o caso

O advogado do petista Miguel Corrêa, Sérgio Santos Rodrigues, afirmou que ainda não foi intimado e que se manifestará quando tiver acesso ao teor das ações, informa a “Folha“.

A assessoria jurídica do governador Wellington Dias, do Piauí, informou que a equipe não tinha conhecimento do uso de influenciadores quando contratou a Fórmula.

A assessoria de Luiz Marinho informou que a empresa de Corrêa “ofereceu o serviço à campanha, que após teste optou por não contratá-lo”.

A assessoria de Gleisi Hoffmann diz que é falsa a acusação contida na ação do Ministério Publico.

A assessoria de Lindberg Farias não respondeu até a publicação da reportagem do jornal.

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