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Inquérito do MPF investiga distribuição da verba da Secom

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Bolsonaro anuncia mudança no comando da Secom
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O inquérito que vai apurar a conduta da Secom será conduzido pela Procuradoria da República no Distrito Federal.

O Ministério Público Federal (MPF) abriu inquérito¹ para apurar suspeitas de que a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) esteja direcionando verba publicitária para “sites ideológicos” alinhados ao governo do presidente Jair Bolsonaro

O órgão acatou pedido de investigação apresentado na semana passada pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC).

A Procuradoria acusa o chefe da Secom, Fábio Wajngarten, de improbidade administrativa e “falta de transparência” na distribuição das verbas da secretaria. 

De acordo com a representação² movida pela PFDC, a “falta de transparência” da gestão Wajngarten pode levar à “má aplicação dos recursos públicos, eventuais direcionamentos por motivação pessoal ou político-ideológica” e “censura indireta” a veículos não alinhados com o governo.

Ainda no texto, usado como base para o inquérito, a Procuradoria alega que a Secom deve adotar critérios técnicos e divulgar todos os detalhes dos gastos com publicidade, além da justificativa para a escolha dos veículos. 

Referências: [1][2]
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