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‘Invasão e furto de dados’, diz procurador sobre mensagens do Intercept

‘Invasão e furto de dados’, diz procurador sobre mensagens do Intercept
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“Não houve vazamento interno. Houve invasão e furto de dados”, disse o procurador Hélio Telho.

O procurador da República em Goiás, Hélio Telho, falou sobre as reportagens do site Intercept contendo mensagens que teriam sido trocadas por procuradores da República sobre a Operação Lava Jato.

Em entrevista ao jornal Correio Braziliense, o procurador disse que a chamada “Vaza Jato” provoca mais “desinformação do que informação”:

“Esse episódio está cheio de desinformação graças ao mau vezo de se pinçar trechos e publicar frases fora do contexto, apenas para render escândalo e, com isso, atrair audiência ou atender a interesses, sem preocupação com a apuração dos fatos e a investigação das circunstâncias.”

Telho ressaltou que “houve violação criminosa de conversas privadas” nas supostas conversas obtidas pelo site Intercept:

“Sobre a publicação dos fragmentos de diálogos atribuídos a procuradores e ao juiz da Lava-Jato, em primeiro lugar, houve violação criminosa de conversas privadas. Em segundo lugar, não há nenhuma garantia de que esses diálogos são autênticos e que não sofreram qualquer adulteração, supressão, enxerto ou edição, em algum momento, seja por quem acessou indevidamente as contas do Telegram, seja por quem os repassou ao site que os divulgou, seja pela própria editoria do site, exceto a palavra dos jornalistas que assinam as matérias.”

O procurador também acusa o site Intercept de conduzir uma campanha de desinformação:

“Não é informação, é desinformação. Veja essa desinformação de que Moro mandava nos procuradores. Isso é uma mentira deslavada. Pinçaram um trecho de diálogos e publicaram fora de todo o contexto, o que conduziu a uma conclusão falsa.”

Questionado sobre a possibilidade de um vazamento interno do próprio MP, Telho declarou:

“Não houve vazamento interno. Houve invasão e furto de dados. Vazamento interno explicaria a divulgação de mensagens havidas em grupos do Telegram. Porém, vazaram diálogos atribuídos a conversas entre apenas duas pessoas, de modo que só uma delas é que poderia ter vazado em prejuízo próprio. Não é verossímil.”

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