Invasão não afetou resultado das eleições, diz TSE

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“A invasão investigada não teve qualquer impacto”, diz TSE.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou uma nota oficial, na noite de quarta-feira (4), para tentar explicar as informações apresentadas pelo presidente Jair Bolsonaro, em entrevista à rádio Jovem Pan, sobre uma invasão ao sistema da Corte.

Ao lado de Bolsonaro, o deputado Filipe Barros (PSL-PR) alegou, amparado em inquérito aberto pela PF, que as urnas eletrônicas de 1ª geração, utilizadas nas eleições brasileiras desde 1996, podem ser fraudadas.

No entanto, de acordo com o TSE:

“O episódio de 2018 foi divulgado à época em veículos de comunicação diversos  [e], embora objeto de inquérito sigiloso, não se trata de informação nova.”

Ainda na nota, o presidente da corte, Luís Roberto Barroso, acrescenta:

“O acesso indevido, objeto de investigação, não representou qualquer risco à integridade das eleições de 2018. Isso porque o código-fonte dos programas utilizados passa por sucessivas verificações e testes, aptos a identificar qualquer alteração ou manipulação. Nada de anormal ocorreu.”

Segundo o documento,  a “investigação corre de forma sigilosa” e a PF nunca teria comunicado ao TSE “qualquer elemento indicativo de fraude”.

O texto volta a insistir na tese de que as urnas eletrônicas são seguras e invioláveis porque não estão conectadas à internet:

“Por não serem conectadas à internet, não são passíveis de acesso remoto, o que impede qualquer tipo de interferência externa no processo de votação e de apuração.” 

O documento finaliza garantindo que a invasão não trouxe “qualquer impacto” ao resultado das eleições:

“Por essa razão, é possível afirmar, com margem de certeza, que a invasão investigada não teve qualquer impacto sobre o resultado das eleições.”

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