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Investidores do Uruguai miram mercado de cannabis do Brasil

Uruguai tem primeira colheita de maconha para exportação
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A liberação do comércio de medicamentos à base de canabidiol no Brasil passa a valer a partir da próxima terça-feira (10).

O Brasil regulamentou a venda de derivados da maconha para fins medicinais, mas não legalizou o plantio, o que gerou um problema de matéria-prima no país.

Além das associações que começam a surgir no cenário nacional para a importação da cannabis, há outras organizações se formando com o objetivo de viabilizar o acesso aos produtos. 

Um dos exemplos é o empresário brasileiro Jonas Rafael Rosatto, que criou um aplicativo no Uruguai e conseguiu, com isso, acabar com as filas para se comprar maconha para fins recreativos. 

Investidor no ramo de tecnologia e de turismo canábico em território uruguaio, ele agora planeja novos voos pelo mercado brasileiro, destaca o site Metrópoles.

“Nos próximos meses, eu devo trabalhar com uma associação de cannabis medicinal do Rio de Janeiro, que está para abrir. Um médico desta associação já tem indicação de mais de mil prescrições para cannabis medicinal, seja para o tratamento de Alzeimer, epilepsia refratária ou câncer”, aponta Rosatto.

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