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Investigação sobre politização anti-Trump no FBI avança

Congresso dos EUA receberá relatório da investigação sobre a politização do departamento e do FBI durante o ano de 2016 ainda neste mês de janeiro.

Após contar uma breve e verídica história sobre como um seleto grupo do departamento de justiça e do FBI tentou derrubar o presidente eleito da nação mais poderosa sob ordens diretas de seus oponentes políticos, chegou a hora de entender o procedimento e qual será o desenrolar dos fatos nos próximos dias e meses.

A data em que o inspetor geral do Departamento da Justiça, Michael Horowitz, entregará ao Congresso o seu relatório da investigação sobre a politização do departamento e do FBI durante o ano de 2016 será em 15 de janeiro de 2018. Isso foi revelado em 13 de dezembro de 2017, na audiência do Comitê Judiciário da Câmara com o vice procurador geral Rod Rosenstein.

De acordo com o regulamento do escritório do inspetor geral, os relatórios não são divulgados ao Congresso como um todo. Eles são enviados para os comitês específicos que supervisionam a agência que o inspetor geral investigou: os Comitês Judiciários da Câmara e do Senado. São esses órgãos que supervisionam o Departamento de Justiça. É para esses dois comitês que irá o relatório. O presidente do Comitê Judiciário do Senado é o republicano Chuck Grassley, enquanto o presidente do Comitê Judiciário da Câmara é o também republicano Bob Goodlatte.

O relatório também é entregue ao diretor da agência investigada. Neste caso, o procurador-geral Jeff Sessions. O relatório irá contém uma lista de recomendações do inspetor geral, com base em suas investigações e nas provas que coletou. O chefe da agência então tem uma semana para informar ao Congresso sobre as ações que o departamento vai levar em resposta à esse relatório.

Isso nos mostra que o Departamento de Justiça receberá o relatório antes do congresso, o que tranquiliza a equipe do presidente Trump em relação a possíveis vazamentos. Isso indica que Sessions deve receber o relatório em 8 de janeiro. O que não está claro é se o relatório que o Congresso receberá no dia 15 incluirá as recomendações do inspetor geral e considerações do procurador geral.

Em resumo, a resposta do Departamento de Justiça é vital. O diretor do FBI, Christopher Wray pode realizar ações com base no relatório. Incluindo a reabertura de investigações e rescisão de acordos de imunidade. Vale ressaltar que o Comitê Judiciário da Câmara já está conduzindo uma investigação sobre a politização do Departamento de Justiça durante as eleições. Ambos os órgãos apenas usarão o relatório para complementar suas investigações. Sua investigação produzirá audiências com o objetivo final de solicitar ou exigir a nomeação de um conselheiro especial, nos mesmos moldes da nomeação de Robert Mueller. Com a diferença de que essa investigação é sobre algo real e concreto e não sobre uma conspiração ridícula.

Como já informado no texto anterior, o inspetor geral não tem o poder de julgamento, assim como o Congresso não o possui. Esse poder de acusação é exclusivo do Departamento de Justiça ou de um advogado especial nomeado.

O Congresso pode solicitar ou exigir que o Departamento de Justiça nomeie um conselheiro especial. Essa demanda/solicitação pode ser ignorada. Se o Congresso for ignorado, teria que aprovar uma legislação para forçar a nomeação desse conselheiro. Esse cenário é raro, mas é uma possibilidade. Eu particularmente duvido que isso ocorra. O departamento de justiça pode nomear um conselheiro especial ou esperar que o Congresso exija um. De qualquer forma, é difícil imaginar que isso não ocorra, pois o próprio congresso, através de diversos congressistas republicanos vem fazendo esse apelo durante os últimos meses. Ah, e adivinhe quem também pode nomear um conselheiro especial? O presidente dos Estados Unidos. Uma estratégia WIN-WIN para Trump.

Para não confundi-los: o departamento de justiça pode atuar com base nesse relatório, investigar e processar sem a nomeação de um conselho especial. Afinal, o inspetor geral é um cargo independente. Porém, duvido que isso ocorra devido o cenário político dessa investigação. Para Trump, é politicamente conveniente que o possível indiciamento de Hillary e, quem sabe, até Obama, seja realizado por alguém mais independente possível.

Há uma advertência importante no que diz respeito à esse caso. O público geral não terá o mesmo nível de informação que o Departamento de justiça e o Congresso. Não será publicado nenhum tipo de provas. O que teremos a disposição (principalmente o povo americano) serão resumos do Departamento de Justiça e da Casa Branca. O twitter do presidente Trump vai ferver. O principal inimigo dessa investigação foi, é e sempre será a mídia. Eles serão usados ​​pelos democratas e pelo Deep State para desinformar o público. Graças ao presidente Trump, sua credibilidade está destruída. Isso ajudará.

Quanto ao conteúdo de relatório, a minha opinião, levando em conta o texto que já escrevi resumindo o caso, é de que irá conter:

· A exoneração ilegal de Hillary Clinton pelo ex-diretor Comey e seus agentes políticos no DOJ/FBI, incluindo a destruição ilegal de provas

· A manipulação de protocolos de investigação para obter um resultado político específico e planejado (eleição de Hillary)

· O uso ilegal do tribunal FISA para operações de espionagem política pelo DOJ/FBI

· O uso ilícito da Divisão de Contra-Inteligência do FBI para benefício político

· O uso ilegal de uma investigação do Conselho Especial liderado por Mueller para esconder a conspiração contra o presidente eleito dos Estados Unidos

Basicamente, estamos diante do maior escândalo da história da política americana e as semanas que se seguem serão decisivas. E é óbvio que você não vai ver isso na Globo News. Não se deixe enganar pela mídia corporativa. Ela é a mensageira de um esquema globalista de trilhões de dólares. É isso que nós e qualquer cidadão patriota enfrentamos. É isso que Trump enfrenta.

A mídia vem te escondendo informações vitais que podem desmontar e colocar atrás das grades os seus protegidos. Pense em Donald Trump também como um mensageiro, mas de um movimento patriótico que tomou conta dos Estados Unidos. Um movimento que se cansou dos abusos cometidos por uma gangue que tomou o poder deles, o povo.

É por isso que a oposição á Trump sempre foi tão grande nas esferas políticas e midiáticas. Eles não querem que o povo retome o controle de seu próprio destino. Eles sabiam que a eleição de um bilionário que declarou guerra ao establishment levaria uma força e uma mensagem grande para os povos de todos os locais do mundo. A mensagem de que eles podem derrotar o esquema globalista de poder que tomou conta do Ocidente após a queda do muro de Berlim. É por isso que todo e qualquer movimento anti-establishment por todo o globo sempre será retratado como fascista e retrógrado, é preciso criar a narrativa de que o povo que almeja de volta o seu poder é exatamente o renascimento do inimigo que ele próprio derramou sangue para combater 70 anos atrás. Esteja atento, pois quem deveria estar por você, te abandonou há muito, muito tempo.

 

Artigo escrito pelo estudante de Relações Internacionais, Lucas Krzyzanovski. Confira o Médium do autor.
Twitter: @LKSM1997

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