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Irmão de Miranda perdeu conversas sobre caso Covaxin

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Servidor disse que trocou o seu celular e que não salvou os arquivos originais do antigo aparelho.

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O servidor do Ministério da Saúde, Luís Ricardo Miranda, não guardou o backup com as conversas que mostram uma suposta pressão exercida por superiores pela compra da vacina Covaxin, da Índia.

Em depoimento à Polícia Federal (PF), Luís Ricardo disse que trocou o seu celular e que não salvou os arquivos originais do antigo aparelho.

A informação foi divulgada, nesta segunda-feira (19), por Bela Megale, no jornal O Globo.

Luís Ricardo foi ouvido na última quarta-feira no inquérito que apura as negociações do imunizante pelo governo do presidente Jair Bolsonaro.

Ainda segundo a jornalista:

“Na oitiva, ele disse que fez os “prints” (fotos digitais) das mensagens e que encaminhou todo o material ao seu irmão, o deputado federal Luís Miranda (DEM-DF). Esses prints também não foram entregues por ele à PF. “

A coluna de Bela Megale ainda apurou:

“A troca do aparelho foi feita depois de março, mês em que as suspeitas envolvendo a vacina indiana foram levadas ao presidente Bolsonaro. A informação surpreendeu os investigadores, que consideraram estranha a mudança do aparelho em meio ao caso, com o agravante de os arquivos originais, considerados provas importantes, não terem sido guardados pelo servidor.”

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