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Isolamento social deixa cicatrizes na economia dos EUA

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
Isolamento social deixa cicatrizes na economia dos EUA
Imagem: Ron Harris/AP Photo

Geórgia foi um dos primeiros Estados a começar a diminuir o isolamento social. Cenário econômico local segue em frangalhos.

Um mês depois de diminuir as medidas restritivas impostas para conter o coronavírus, o estado norte-americano da Geórgia ainda está presenciando um fluxo constante de pedidos de seguro-desemprego.

O exemplo da Geórgia deixa claro como é difícil trazer os empregos de volta enquanto os consumidores ainda têm medo de sair de casa por causa da pandemia.

As solicitações semanais de seguro-desemprego permanecem tão elevadas que a Geórgia é o líder dos Estados Unidos em termos da proporção de sua força de trabalho que pediu assistência de desemprego. 

Um número¹ impressionante de 40,3% dos trabalhadores do estado — dois em cada cinco – entrou com pedido de seguro-desemprego desde que a pandemia de coronavírus provocou demissões generalizadas em meados de março.

Com mais de 1 milhão de novas reivindicações no mês de abril, a taxa de desemprego oficial da Geórgia agora é de quase 12%, de acordo com os dados mais recentes divulgados², nesta quinta-feira (21), pelo Departamento Estadual do Trabalho.

Um comunicado do governo estadual apontou que o total de pedidos de seguro-desemprego em abril foi de 1.041.401 requisições. Um valor maior do que o dos últimos quatro anos juntos.

Referências: [1][2]

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