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Israel considera sem validade e cínica denúncia palestina em Haia

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

Israel criticou nesta terça-feira (22) o pedido que a Palestina fez ao Tribunal Penal Internacional (TPI) em Haia, na Holanda.

Palestina exige uma investigação imediata sobre a “colonização israelense” na Cisjordânia e “a atuação do exército israelense” nos protestos na Faixa de Gaza.

É “um passo cínico e sem validade”, considerou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores israelense, Emmanuel Nahson, em comunicado, sobre o pedido palestino ao TPI.

Israel estima que “é absurdo que as ações palestinas frente ao Tribunal” aconteçam “em um momento no qual os palestinos continuam incitando atos de terrorismo, enquanto exploram mulheres e crianças como escudos humanos para (cometer) ataques violentos contra a segurança dos cidadãos” israelenses.

De acordo com informações do BOL:

O pedido, que foi entregue hoje no começo da manhã pelo ministro de Relações Exteriores palestino, Riad al Maliki, “é legalmente inválido” para Israel, afirmou Nahson, que acrescentou que, “o TPI carece de jurisdição sobre o assunto israelense-palestino”, porque o Estado israelense não é membro do tribunal e “a Autoridade Palestina não é um Estado”.

“Israel espera que o TPI e seu promotor não cedam à pressão, e se mantenham firmes frente aos contínuos esforços palestinos para politizar a corte e desviá-la de seu mandato”, acrescentou o ministério israelense na nota, na qual considerou que seu país “age em conformidade com os mecanismos de revisão judicial independentes e exaustivos, que condizem com um Estado democrático e com o direito internacional”.

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