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Israel diz que objetivo da ONU é demonizar o Estado judeu

Tarciso Morais

Tarciso Morais

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O Ministério de Relações Exteriores de Israel anunciou nesta sexta-feira (18) que rejeita a decisão do Conselho de Direitos Humanos da ONU de conduzir uma investigação internacional sobre os eventos na Faixa de Gaza.

A declaração foi divulgada após o resultado da sessão especial do Conselho de Direitos Humanos, que discutiu a morte de dezenas de palestinos pelas forças israelenses durante os protestos contra a inauguração da embaixada dos Estados Unidos em Jerusalém.

O comunicado publicado pela Chancelaria de Israel afirma:

Israel rejeita completamente a decisão do Conselho de Direitos Humanos da ONU, que mais uma vez provou ser um órgão com uma maioria anti-israelense automática, onde a hipocrisia e o absurdo prevalecem. Os resultados do trabalho da comissão investigativa são conhecidos de antemão e estão contidos no próprio texto da resolução.

A chancelaria de Israel sustenta que o verdadeiro propósito da comissão não é esclarecer a verdade, mas “demonizar o Estado judeu e limitar seu direito à autodefesa”.

“O Estado de Israel tem um sistema judicial independente e profissional, que já começou a verificação dos eventos em Gaza […] e rejeita a tentativa de impor um mecanismo de investigação externa”, diz o Ministério das Relações Exteriores.

 

Com informações de: [Sputnik]
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