Itália fecha os portos para imigrantes ilegais

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TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

“A partir de hoje, a Itália começa a dizer ‘não’ ao tráfico de seres humanos, ‘não’ ao negócio da imigração clandestina”, escreveu o ministro do Interior Matteo Salvini.

No domingo (10), o Ministério do Interior da Itália recusou autorização para um navio com 629 imigrantes ilegais de ancorar no país.

Essa foi a primeira vez que uma embarcação foi rejeitada desde que o líder do partido direitista Liga, Matteo Salvini, assumiu o controle da pasta.

O ministro enviou uma carta “urgente” às autoridades de Malta, afirmando que o porto “mais seguro” para o navio Aquarius – operado pelas ONGs SOS Méditerranée e Médicos Sem Fronteiras – atracar é o da capital Valeta.

Matteo Salvini declarou:

No Mediterrâneo, há navios com bandeira de Holanda, Espanha, Gibraltar, Grã-Bretanha, há ONGs alemãs e espanholas, tem Malta, que não acolhe ninguém, tem a França, que rechaça [imigrantes] na fronteira, tem a Espanha, que defende suas fronteiras com armas. Em resumo, toda a Europa que cuida dos seus próprios assuntos.

Salvini ganhou popularidade na Itália ao transformar a Liga, partido tradicional que lutava pela independência da Padania, em uma das mais fortes legendas de direita da União Europeia, com um discurso de “tolerância zero” com a migração ilegal.

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