Jair Bolsonaro critica Raquel Dodge por acusá-lo de racismo

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TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Bolsonaro afirmou que a Procuradora-Geral não poderia ter feito a denúncia contra ele no STF porque parlamentares federais, segundo a Constituição, têm imunidade total “por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos”.

O pré-candidato à Presidência da República pelo PSL, o deputado federal Jair Bolsonaro (RJ) criticou a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em entrevista ao apresentador José Luiz Datena na Band TV nesse domingo (22).

Dodge apresentou em 12 de abril ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma denúncia contra o pré-candidato por racismo praticado contra quilombolas, indígenas, refugiados, mulheres e LGBTs.

Bolsonaro afirmou:

Ela [Raquel Dodge] acha muito e não encontra nada. Quanto a quilombolas, eu tenho imunidade total por quaisquer palavras, opiniões e votos. Gostaria que Raquel Dodge nos acompanhasse nesse quilombola em que eu fui, em Eldorado Paulista, para ver o desperdício de recursos, maquinários abandonados. Eles não fazem absolutamente nada. É uma realidade.

Segundo informações da Gazeta do Povo:

Bolsonaro usa o artigo 53 da Constituição Federal para justificar suas declarações polêmicas. O artigo 53 diz: “Deputados e Senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos”.

Na entrevista, Bolsonaro também criticou a procuradora-geral da República por ter entrado com uma ação no Supremo contra o voto impresso nas próximas eleições. “Por que ela entrou com a ação? Ela confia no voto eletrônico?”, questionou. Segundo o parlamentar, com o voto impresso ele “ganharia a eleição no 1.º turno”.

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