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Jair Bolsonaro isolado na liderança em nova pesquisa

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Um levantamento inédito publicado pelo Instituto Paraná mostra o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) isolado na dianteira da corrida ao Planalto.

A pesquisa do Instituto Paraná ouviu, entre os dias 27 de abril e 2 de maio, 871 pessoas, em 137 municípios de 26 unidades da federação, nas cinco regiões do país.

A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança. O levantamento foi registrado no TSE sob o número BR 2853/2018.

A revista Veja publicou  os resultados da pesquisa do Instituto Paraná:

  1. Jair Bolsonaro – 20,5%
  2. Marina Silva – 12%
  3. Joaquim Barbosa – 11%
  4. Ciro Gomes – 9,7%
  5. Geraldo Alckmin – 8,1%
  6. Álvaro Dias – 5,9%
  7. Fernando Haddad – 2,7%
  8. Manuela D’Ávila – 2,1%
  9. Michel Temer – 1,7%
  10. Flávio Rocha – 1%
  11. Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB), João Amoêdo (Novo) e Rodrigo Maia (DEM) foram citados, mas não atingiram 1% das intenções de voto cada.

O analista político Rodrigo Constantino falou sobre a pesquisa em um artigo publicado no seu blog na Gazeta do Povo:

Uma olhada rápida pode animar os eleitores de Bolsonaro, que se estabeleceu de forma sólida na liderança, com certa folga para o segundo colocado (quase o dobro!). Porém, uma análise mais abrangente com base na ideologia mostra que a turma mais à direita não pode relaxar, pois os esquerdistas, somados, têm mais votos.

Se juntar Marina Silva, Joaquim Barbosa e Ciro Gomes, o pacote de esquerda tem mais de 30%. Ainda tem o PT e o PSOL que, juntos, dão mais 5% quase. Enquanto isso, os votos de centro, que podem pender tanto para a esquerda como a direita, somam perto de 15% (Alckmin, Álvaro Dias e Temer).

É óbvio que ainda falta muito para a eleição, que muita água vai rolar, que o rolo compressor das máquinas partidárias vai entrar em cena, ainda mais numa eleição casada, com candidatos a governo estadual também. Os milhares de prefeitos do PSDB e PMDB não podem ser ignorados, nem a força dos cabos eleitorais desses partidos grandes. E sabemos também que votos não são automaticamente transferidos de acordo com alinhamento ideológico, ainda mais num país tão personalista como o nosso.

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