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Jornal dos EUA minimiza fama de antidemocrático de Bolsonaro

O periódico The Wall Street Journal minimizou a fama de antidemocrático atribuída ao capitão do Exército e diz que não foi ele quem sugeriu reescrever a Constituição.

“Depois de anos de corrupção e recessão, aparentemente milhões de brasileiros acham que um outsider é exatamente o que o país precisa. Talvez eles saibam mais do que críticos pelo mundo.”, escreveu o jornal norte-americano Wall Street Journal em editorial publicado um dia depois do primeiro turno das eleições brasileiras.

Na publicação, o periódico minimiza a fama de antidemocrático atribuída a Jair Bolsonaro (PSL), e diz que não foi ele quem sugeriu reescrever a Constituição, se referindo à proposta do opositor Fernando Haddad (PT):

‘Isso é do manual de Hugo Chávez’, alertou o jornal.

Em texto cheio de comparações entre o candidato à Presidência do PSL e Donald Trump, Bolsonaro é chamado de “brazilian swamp drainer” (drenador do pântano brasileiro, na tradução livre) em referência a uma das expressões usadas pelo presidente dos Estados Unidos para falar de uma de suas promessas de campanha: drenar o pântano nos EUA.

Em outra alusão ao republicano, o jornal chama Bolsonaro de um “conservador populista” que promete fazer o Brasil grande pela primeira vez.

 

Adaptado da fonte Exame

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