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Jornalista sueco interrogado por criticar a Lei de Sharia em charges

Jan Sjunnesson foi convocado para interrogação policial após publicar charge com conteúdo anti-Sharia em sua página no Facebook.

Em 2017, os dois polêmicos livros “Vovó não é fantasma” e “Vovô tem quatro esposas” foram publicados pela Sociedade Nórdica-Somali, com o objetivo de esclarecer às crianças sobre as diferenças de opinião de outras culturas acerca de poligamia e burcas.

Jan Sjunnesson publicou uma charge com dois livros imaginários: “Mustafá quer participar”, com o desenho de crianças pegando pedras para atacar uma menina, e “No Trabalho do Vovô”, com o desenho de dois homens torturando um terceiro.

O jornalista admitiu ter publicado a charge porém nega ter cometido um crime, tendo como objetivo somente fazer uma sátira.

Ele foi acusado pela agência de checagem de fatos Net Hate Examiner, que recebeu 74 mil dólares em fundos públicos durante o ano de 2017.

O cidadão da Suécia se defende dizendo que não foi o desenhista da charge e seus comentários não se refere à religião ou a origem étnica.

A jornalista e escritora Katerina Janouch pediu que o público compartilhe esta charge “insultante” para dar uma dor de cabeça maior a Net Hate Examiner, no que foi atendida inclusive pelo líder do partido democrata Sueco, Jimmie Akeson, que por sua vez declarou que a sátira não pode ser criminalizada, pois isto significaria que foram longe demais nas regulamentações.

 

Traduzida e adaptada de Infowars

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