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Jornalistas apontam ‘declínio da liberdade de imprensa’ na China

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"Todos os ramos do poder estatal foram usados para assediar e intimidar jornalistas”, diz o regime chinês.

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O regime comunista da China utilizou as medidas restritivas em meio à pandemia para intimidação e limitação de reportagens estrangeiras em 2020.

A crise sanitária abriu espaço para um “declínio rápido da liberdade de imprensa”, afirmou o Clube de Correspondentes Estrangeiros da China (FCCC) nesta segunda-feira (1º).

Pelo terceiro ano consecutivo, nenhum jornalista disse ao grupo que as condições de trabalho melhoraram.

Em comunicado, a entidade declarou:

“Todos os ramos do poder estatal –incluindo sistemas de vigilância adotados para conter o coronavírus– foram usados para assediar e intimidar jornalistas, seus colegas chineses e aqueles que a imprensa estrangeira tentou entrevistar.”

A entidade ainda afirmou que jornalistas também foram usados como “peões” em disputas diplomáticas do Partido Comunista Chinês (PCCh). 

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