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Jornalistas atacam oração contra corrupção de Dallagnol

Tarciso Morais

Tarciso Morais

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Capa: Zeca Ribeiro / Câmara

O anúncio público do procurador da República Deltan Dallagnol de que fará jejum e oração nesta quarta-feira (04), dia em que será julgado o pedido de Habeas Corpus de Lula, foi amplamente criticado por veículos de imprensa ligados à esquerda.

As informações são do site Gospel Prime:

Dallagnol usou o Twitter para divulgar suas preocupações como cidadão, não citando o nome de Lula. Ele escreveu: “4ª feira é o dia D da luta contra a corrupção na #LavaJato. Uma derrota significará que a maior parte dos corruptos de diferentes partidos, por todo país, jamais serão responsabilizados, na Lava Jato e além. O cenário não é bom. Estarei em jejum, oração e torcendo pelo país”.

Poucas horas depois, Marcelo Bretas, juiz da Lava Jato no Rio de Janeiro, respondeu pela mesma rede social: “Caro irmão em Cristo, como cidadão brasileiro e temente a Deus, acompanhá-lo-ei em oração, em favor do nosso País e do nosso Povo”.

A posição pública de dois magistrados sabidamente evangélicos incomodou também os apresentadores do programa ‘3 em 1’, da rádio Jovem Pan. Os apresentadores Vera Magalhães, Carlos Andreazza e Marcelo Madureira – que se colocam regularmente contra a esquerda – também decidiram criticar a manifestação de fé de Dallagnol e de Bretas.

Entre vários adjetivos depreciativos, Vera chegou a dizer que esse tipo de declaração “fere o Estado laico”, quando na verdade nada tem a ver com o que diz a Constituição sobre o assunto. A jornalista arrematou com a sugestão que isso é “bastante perigoso”, sem explicar os motivos da colocação.

Andreazza foi ainda mais enfático, dizendo que um agente público falar em jejum e oração é “ridículo, cafona e vulgar”, aproveitando para criticar gratuitamente o prefeito do Rio de Janeiro, que é bispo licenciado da Universal, que nada tem a ver com a questão.

Já Madureira, que afirma ser ateu, foi mais comedido, opinando que a declaração dos magistrados “Não é oportuna”.

Ao que parece, no cenário confuso que vive a grande imprensa brasileira, os homens públicos não podem ter opiniões próprias nem exibir suas crenças; a menos, claro, que seja algum pensamento liberal, progressista ou algum outro eufemismo para “lacração”.

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