Jornalistas enfrentam repressão de terroristas do Talibã

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“Não me dei por vencida após a mudança de regime”, diz jornalista afegã.

Nos últimos dias, jornalistas no Afeganistão têm apresentado relatos de agressão, recusa no trabalho por ser mulher e invasão de casas.

As atitudes do grupo terrorista Talibã são uma clara contradição às garantias de liberdade de imprensa e direitos das mulheres após a tomada de poder no país.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Shabnam Dawran tem sido impedida de trabalhar na emissora estatal afegã RTA, na qual atuou nos últimos seis anos. 

Dawran relatou que teve o acesso negado à Redação, enquanto seus colegas homens mantiveram sua rotina normalmente:

“Não me dei por vencida após a mudança de regime e me dirigi ao escritório e, infelizmente, não tive permissão para entrar. Aqueles que estão me ouvindo, se é que o mundo me ouve, ajudem-nos, pois nossas vidas estão ameaçadas.”

Já um editor da agência de notícias Pjhwok, na capital Cabul, disse à agência Reuters, sob condição de anonimato, que uma autoridade do Talibã recomendou que 18 repórteres trabalhassem de casa até que as regras sobre a presença de mulheres no trabalho sejam apresentadas.

Um repórter da agência estatal Bakhtar também disse à Reuters que ficou paralisado quando um talibã armado entrou na redação nesta quinta-feira. 

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