Jornalistas presos no Camarões acusados de ‘fake news’

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Jornalistas presos no Camarões acusados de 'fake news'
TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Separatistas de língua inglesa dos Camarões estão lutando contra o governo de tradição francesa para criar um novo país.

Enquanto isso, jornalistas que cobrem a violência neste país africano com frequência acabam presos por uma acusação surpreendente: “fake news”, as famosas notícias falsas.

O último caso se concentra no assassinato de um missionário americano de Indiana, nos Estados Unidos, que foi morto a tiros 12 dias depois que sua família se mudou para este país da África central, em outubro.

Logo depois de sua morte, em uma das regiões mais instáveis do país, a jornalista camaronesa Mimi Mefo Takambou tentou descobrir quem o matou.

Mas depois que ela citou nas redes sociais relatos que afirmavam que militares camaroneses tinham matado seu colega de profissão, ela foi acusada de publicar notícias falsas e depois, presa.

Mefo, que trabalha para a “Equinoxe TV“, está entre os mais de 12 jornalistas que foram presos ou interrogados neste ano em Camarões, país antes pacífico que hoje está mergulhando numa espiral de guerra civil em suas regiões de língua inglesa, registra a “Folha“.

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