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Juan Guaidó descarta risco de guerra civil na Venezuela

Juan Guaidó descarta risco de guerra civil na Venezuela

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“Não há risco de uma guerra civil na Venezuela; 90% da população quer mudança”, disse Guaidó.

O líder opositor Juan Guaidó desafiou o ditador Nicolás Maduro uma semana atrás ao prestar juramento como presidente interino da Venezuela durante uma gigantesca manifestação popular.

Imediatamente recebeu o reconhecimento do governo de Donald Trump, nos Estados Undos, e de Jair Bolsonaro, no Brasil, aos quais se somaram nos últimos dias mais de 60 países.

O movimento ativou um processo que busca “o fim da usurpação, um Governo de transição e a convocação de eleições livres”.

A Assembleia Nacional, presidida pelo próprio Guaidó, reuniu-se na terça-feira (29) para começar a preparar a arquitetura jurídica dessa etapa.

Em conversa com o jornal “EL PAÍS” por telefone depois de protestos nas ruas que buscam elevar a pressão sobre o regime, Guaidó falou sobre um possível enfrentamento na Venezuela:

“Há vários elementos. O primeiro é que não há risco de uma guerra civil na Venezuela, como alguns quiseram ver ou fazer ver. Por quê? Porque 90% da população quer mudança.”

E, destacando a violência no País, acrescentou:

“Há uma pequena cúpula ou respaldo militar ao regime que compôs uma segurança de paramilitares armados, aqui chamados de coletivos, que compôs alguns elementos que não terão nenhum tipo de ressonância. Há risco de violência? Hoje há. Assassinaram dezenas de jovens em uma semana. Mais de 140 em 2017. Caracas é a cidade mais violenta do mundo, levando-se em conta a taxa de homicídios por 100.000 habitantes.”

Guaidó completou:

“A maioria do país quer mudança, há um Parlamento que exerce suas funções, há um presidente encarregado legitimamente, com atribuições constitucionais, que estão procurando uma saída política para o conflito. Os únicos que falam de violência e a estão exercendo, além disso, através da FAES [as forças especiais da polícia], através de paramilitares, são Maduro e seu regime. Os que alimentam uma tese como essa alimentam justamente a violência.”

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