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‘Julgamento justo’, diz França sobre pena de morte à jihadistas

‘Julgamento justo’ diz França sobre pena de morte à jihadistas
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“Esses sete cidadãos, e provavelmente haverá outros, são bem conhecidos dos nossos serviços por ações terroristas contra o nosso país”, disse o chanceler francês.

O chanceler da França, Jean-Yves Le Drian, declarou que os sete franceses condenados à morte no Iraque por pertencerem ao grupo terrorista Estado Islâmico (EI) receberam um “julgamento justo”.

“Eu gostaria de dizer, ao contrário do que ouço aqui e ali: os julgamentos são justos”, disse o ministro à Assembleia Nacional, nesta quarta-feira (29).

O chefe da diplomacia da França afirmou que os direitos de defesa estão sendo respeitados e ressaltou que os acusados se beneficiaram da assistência consular francesa.

Segundo o Estadão, Jean-Yves declarou:

“As audiências são públicas, os julgamentos são conduzidos por um juiz, assistido por dois assessores. A acusação é conduzida por um promotor público. Um funcionário registra integralmente os debates. O advogado está presente e, se houver um problema de tradução, a própria embaixada fornece os intérpretes.”

E assegurou:

“O juiz enuncia as acusações no início da audiência, o acusado tem o direito à palavra durante toda audiência, o advogado intervém quando assim desejar.”

O chanceler francês justificou a pena capital contra os extremistas:

“Esses sete cidadãos, e provavelmente haverá outros, são bem conhecidos dos nossos serviços por ações terroristas contra o nosso país. […] Assistência consular também é fornecida durante todo processo, seja no período de prisão, detenção, no período de julgamento e após o julgamento.”

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