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Justiça arquiva inquérito da facada contra Bolsonaro

Em carta, Adélio fala sobre conspiração maçônica e satanismo
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“Um militante de esquerda, ex-membro de um partido da oposição, tentou me assassinar”, disse Bolsonaro. 

O juiz Bruno Savino, de Minas Gerais, determinou, nesta terça-feira (16), o arquivamento do inquérito que apurava supostos mandantes no atentado cometido por Adélio Bispo de Oliveira contra o então candidato à Presidência, Jair Bolsonaro, no dia 6 de setembro de 2018, em Juiz de Fora.

A decisão judicial ocorre após tanto o Ministério Público Federal (MPF) quanto a Polícia Federal (PF) terem concluído que o autor do atentado concebeu, planejou e executou sozinho o ataque contra Bolsonaro.

Em mensagem¹ no Twitter, horas depois da decisão, Bolsonaro voltou a falar sobre o atentado, mas sem comentar a decisão da Justiça:

“Um militante de esquerda, ex-membro de um partido da oposição, tentou me assassinar para impedir nossa vitória nas eleições, num atentado que foi assistido pelo mundo inteiro.”

Na decisão², o magistrado Savini se valeu do entendimento do MPF de que foram esgotadas todas as diligências possíveis na investigação, exceto a análise do conteúdo do aparelho celular do advogado de Adélio.

A questão do celular do advogado está pendente de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre se permite ou não o acesso.

Referências: [1][2]

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