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Justiça rejeita pedido de censura do filme ‘Cuties’, da Netflix

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Netflix pede desculpas após ser acusada de sexualizar meninas de 11 anos
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Em nota, a Netflix declarou que o filme é um comentário social contra a sexualização das crianças.

O filme “Cuties”, da Netflix, vem sendo acusado de sexualizar crianças, recebendo críticas em vários países do mundo, principalmente no Brasil

Nesta sexta-feira (25), o juiz Luiz Fernando Rodrigues Guerra rejeitou um pedido feito pela organização religiosa Templo Planeta do Senhor para censurar o filme.

Na ação em que pede a remoção do filme, a organização religiosa Templo Planeta do Senhor diz que as meninas do filme apresentam um comportamento inadequado para sua idade, com “vestimentas sensuais, blusas curtas e calças apertadas”. 

A ação na Justiça ainda afirmava que a Netflix promove um “prato cheio para a pedofilia”.

Ao rejeitar o pedido de liminar, de acordo com o portal UOL, o magistrado diz que a Netflix não violou a legislação e que o pedido de exclusão do filme é inconstitucional. 

“É uma forma indefensável de censura, pois pretendia a supressão da liberdade de informação e, sobretudo, da liberdade de educação familiar”, acrescenta o juiz na decisão. 

Ainda acordo com o juiz, os pais e responsáveis têm o direito de decidir quais conteúdos seus filhos podem assistir, a despeito dos interesses religiosos da entidade.

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