Lava Jato critica decisão do STF sobre condução coercitiva

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Procuradores da força-tarefa da operação Lava Jato comentaram a decisão do STF, que julgou inconstitucional a condução coercitiva. O tom é de crítica, mas de respeito ao entendimento do Supremo.

Um instrumento que está presente há décadas no processo penal brasileiro agora é considerado inconstitucional, justamente quando atingiu as classes sociais mais elevadas.

Para alguns dos procuradores da força-tarefa da operação Lava Jato no Paraná, foi isso o que ocorreu com a discussão sobre a condução coercitiva.

Na quinta-feira (14), por seis votos a cinco, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou inconstitucional esse tipo de expediente, que é muito usado na Lava Jato, e consiste em conduzir um investigado, com auxílio de força policial, para prestar depoimento.

O procurador Diogo Castor de Mattos, que lançou o livro “O amigo do direito penal”, declarou:

A decisão de hoje me causa um pouco de preocupação, no sentido de que isso pode ser uma abertura para que, em pouco tempo, comecem a questionar outras questões relativas aos procedimentos da Lava Jato. Como o próprio ministro [Luís Roberto] Barroso falou ontem: de repente, do nada, quando se começou a atacar réus de maior poder aquisitivo, houve um surto de garantismo no Brasil.

O membro da Lava Jato em questão não é muito querido pela militância petista, que compareceu no lançamento do livro para criar tumulto.

Com informações de Gazeta do Povo

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