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Lava Jato desativou contas do Telegram ‘após invasão criminosa’

Tarciso Morais

Tarciso Morais

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Em uma nota publicada nesta quarta-feira (19), a Lava Jato relatou que, desde então, “vários de seus integrantes vêm constatando ataques a seus aplicativos”.

A força-tarefa da Operação Lava Jato do Paraná informou que os procuradores da República desativaram suas contas do aplicativo Telegram no mês de abril.

A manifestação foi divulgada após o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, comparecer à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado falar sobre as supostas mensagens privadas vazadas pelo site The Intercept.

Na nota, a Lava Jato narrou que “desde abril vários de seus integrantes vêm constatando ataques criminosos às suas contas no aplicativo Telegram, inclusive com sequestro de identidade virtual”.

“Tendo em vista a continuidade, nos dias subsequentes, das invasões criminosas e o risco à segurança pessoal e de comprometimento de investigações em curso, os procuradores descontinuaram o uso e desativaram as contas do aplicativo Telegram nos celulares, com a exclusão do histórico de mensagens tanto no celular como na nuvem”, acrescentou a força-tarefa.

“Houve reativação de contas para evitar sequestros de identidade virtual, o que não resgata o histórico de conversas excluídas. Também imediatamente após as constatações, e antes que houvesse notícia pública sobre a investida hacker, a força-tarefa comunicou os ataques à PGR e à Polícia Federal em Curitiba, que, uma vez que não prejudicaria as linhas investigatórias em curso, orientou a troca dos aparelhos e dos números de contato funcionais dos procuradores”, completou a equipe do MPF, segundo o jornal Estadão.

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