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Lava Jato do Peru pede prisão de Keiko Fujimori

Prisão preventiva para Keiko Fujimori por caso Odebrecht no Peru
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Keiko havia concordado em respeitar as regras para ser solta da prisão em 2020.

A candidata direitista Keiko Fujimori está em segundo lugar na apuração das eleições do Peru. Na noite de quarta-feira (9), ela acusou o seu rival, Pedro Castillo, de fraudar o pleito.

Horas depois, Fujimori teve a prisão preventiva solicitada por um promotor anticorrupção, José Domingo Pérez, que faz parte da equipe de investigações da Lava Jato do país.

A informação sobre a filha do ex-presidente Alberto Fujimori foi divulgada, nesta quinta-feira (10), pelo portal R7.

Fujimori já foi presa anteriormente por corrupção, e cumpriu 3 meses de prisão em 2020.

De acordo com as novas alegações do promotor anticorrupção, Keiko está sendo acusada de lavagem de dinheiro.

Domingo Pérez alega que Keiko violou as regras impostas pelo tribunal superior, como manter contato com testemunhas vinculadas às investigações da Lava Jato no país e contribuições ilícitas para as campanhas de 2011 e 2016.

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