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Lava Jato do Rio investiga fraudes de multinacionais no setor da saúde

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Polícia Federal prendeu empresários do setor de equipamentos da saúde por fraudes em contratos com o governo do Rio de Janeiro.

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quarta-feira (4) a Operação Ressonância, um braço da Lava Jato, para prender empresários do setor de equipamentos de saúde que teriam participado de fraudes em contratos com o governo do Rio de Janeiro.

São alvo de mandados de prisão e busca e apreensão pessoas ligadas a grandes multinacionais que atuam no setor.

Há ao menos dois mandados de prisão contra executivos da Philips do Brasil. A investigação menciona outras grandes empresas internacionais.

A PF aponta fraudes em licitações da Secretaria de Saúde e no Into (Instituto Nacional de Traumatologia).

Um dos alvos da operação é o empresário Miguel Iskin, que já havia sido preso na Fatura Exposta, e solto em dezembro por decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele é apontado como um organizador do cartel de pregões internacionais na pasta e no Into.

Com informações da Gazeta do Povo
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