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Le Pen denuncia “golpe de Estado” por confisco de fundos ao seu partido

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Dois juízes decidiram confiscar, como caráter preventivo, dois milhões de euros da dotação pública que o partido direitista deveria receber pelas suspeitas de que utilizou empregos fantasmas no Parlamento Europeu para pagar 20 colaboradores.

A líder direitista francesa, Marine Le Pen, denunciou nesta segunda-feira (9) que seu partido é vítima de “um golpe de Estado” após decisão judicial de confiscar boa parte dos fundos públicos correspondentes ao Agrupamento Nacional (AN) por um processo de financiamento ilegal no qual há dois novos acusados entre seus membros.

Em entrevista à “RMC” e “BFMTV”, Le Pen afirmou que se o AN (nova designação da antiga Frente Nacional) não receber esse dinheiro, no final de agosto não poderá pagar os salários de seus funcionários e corre o risco de desaparecer.

“A decisão dos juízes é um verdadeiro golpe de Estado” e “um atentado contra a democracia”, porque “um partido político não é uma associação como qualquer outra” e está protegido pela Constituição, afirmou.

Os fundos públicos que correspondem à AN em função de seu peso eleitoral é de cerca de 4,5 milhões de euros anuais e, como para o resto dos partidos, hoje estava previsto um pagamento da metade dessa soma.

Le Pen considerou que a decisão dos dois juízes, próximos ao Sindicato da Magistratura que considera “esquerdista” e que nas eleições do ano passado se manifestou publicamente contra a formação, “decidiram assassinar o primeiro partido de oposição da França, e isso sem respeitar nenhum critério legal”.

 

Com informações de BOL
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