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Hungria na mira da União Europeia após aprovar lei anti-Soros

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A legislação foi aprovada pela maioria de dois terços do partido governante  Fidesz do primeiro-ministro, Viktor Orban, nacionalista e conservador.

O Parlamento da Hungria aprovou nesta sexta-feira (20) uma lei que introduz um imposto de 25% sobre a receita das organizações que apoiam a imigração ilegal, segundo informações da EBC.

A receita gerada com o imposto de 25% que esses grupos da sociedade civil deverão pagar serão destinados exclusivamente à defesa das fronteiras do país.

O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, está envolvido em uma batalha aberta contra o bilionário progressista George Soros.

O líder da Hungria acredita que Soros é o responsável por estimular a política de fronteiras abertas, com o objetivo de remover os valores cristãos da sociedade europeia.

A União Europeia (UE) intensificou a batalha legal contra a Hungria por causa da aprovação da legislação. A UE classificou a lei como “ilegal”.

Segundo informações do jornal O Globo:

Em comunicado, a Comissão disse que havia encaminhado a situação da Hungria ao Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) devido ao descompasso entre a legislação de asilo e retorno do país e a legislação do bloco. Este é o terceiro passo de um processo legal que poderia, em último caso, levar a sanções financeiras contra o governo da Hungria, se o tribunal confirmar as alegações da Comissão Europeia.

Bruxelas sustenta que as autoridades húngaras não fornecem aos imigrantes acesso efetivo a procedimentos de pedido de asilo. Além disso, no país os solicitantes de asilo ficam detidos em “centros de trânsito” além do limite de quatro semanas determinado pelas leis europeias.

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