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‘Lenin era absolutamente indiferente ao sofrimento humano’, diz Rappaport

Tarciso Morais

Tarciso Morais

‘Lenin era absolutamente indiferente ao sofrimento humano’, diz Rappaport
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“Não hesitava em ordenar as medidas mais selvagens para se vingar”, diz historiadora sobre Lenin. 

Vladimir Ilyich Ulianov, mais conhecido como Lenin, foi um genocida comunista que serviu como chefe de governo da Rússia Soviética de 1917 a 1924 e da União Soviética de 1922 até sua morte em 1924.

Ao longo dos anos que esteve no comando da Rússia, Lênin foi responsável direto por inúmeras atrocidades cometidas em nome do ideal comunista.

Um dos grandes crimes cometidos por Lenin foi ordenar o fuzilamento, em 17 de julho de 1918, da família Romanov, do czar da Rússia.

De acordo com o livro “Os Últimos Dias dos Romanov”, da historiadora Helen Rappaport, do Reino Unido, tratou-se de uma “execução a sangue-frio” que incluiu até mesmo as crianças. Foi uma tentativa de extermínio sistemático de toda a dinastia.

Os restos mortais do tsar Nikolai II, sua esposa Aleksandra Feodorovna, três de seus filhos, e seus criados foram descobertos em 1991, perto da cidade de Iekaterinburgo.

“Lenin era absolutamente indiferente ao sofrimento humano e não hesitava em ordenar as medidas mais selvagens para se vingar”, escreve Rappaport.

Agora, quase 102 anos depois, enquanto estátuas de personalidades internacionais são derrubadas por radicais de esquerda mundo afora, uma cidade no oeste da Alemanha ergueu um monumento em homenagem a Lenin. 

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