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Lewandowski critica debate sobre semipresidencialismo neste momento

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Caso fosse implantado, Bolsonaro perderia poderes, bem como seu sucessor em 2022.

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O ministro do STF, Ricardo Lewandowski, acha que debater a adoção do semipresidencialismo no Brasil é inoportuno neste momento.

Em conversa com o jornal Folha, nesta sexta-feira (9), Lewandowski declarou:

“O debate sobre a adoção do semipresidencialismo, que surge às vésperas das eleições de 2022, lembra a polêmica que levou à implantação do parlamentarismo antes da posse de João Goulart [Jango] na Presidência da República em 1961, com as consequências que todos conhecemos.”

Ainda de acordo com o jornal:

“Em 1961, Jango assumiria a presidência no lugar de Jânio Quadros, que renunciou. Vetado pelos militares, ele aceitou um acordo político que, por um lado, garantia a sua posse —mas com menos poderes. Eles foram transferidos para o primeiro-ministro, cargo criado com a implantação do parlamentarismo. Em 1963, um plebiscito derrubou o sistema e o Brasil voltou a ser presidencialista.”

O semipresidencialismo é um sistema de governo defendido pelos ministros Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso, como noticiou a Renova

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