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‘Liberdade de expressão tem que ser para todos’, diz Bolsonaro

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Bolsonaro tenta proteger apoiadores da violência da esquerda radical
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“Se o cara me chama de fascista, por exemplo, não acontece nada”, diz Bolsonaro.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, reclamou, nesta quinta-feira (4), da diferença na abordagem da Justiça em relação a processos que envolvem seu nome.

Em conversa com apoiadores na entrada do Palácio do Alvorada, em Brasília, Bolsonaro ouviu a sugestão de um homem para seguir o conselho do escritor Olavo de Carvalho e processar quem o chamasse de “genocida”.

O chefe do Executivo alegou que não tem sucesso em ações judiciais deste tipo:

“Se o cara me chama de fascista, por exemplo, não acontece nada. Se eu chamo de fascista, é 20 mil [reais] no lombo. Se é liberdade de expressão, tem que ser para todos.”

No breve encontro, de cerca de 5 minutos, a conversa girou principalmente em torno de tiro esportivo, já que estavam na frente do Alvorada integrantes dos chamados CACs, que é a sigla para Caçador, Atirador e Colecionador.

Confira no vídeo:

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