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Libertação de jihadistas deixa Europa alarmada

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

Pelos próximos dois anos, centenas de jihadistas, que deixaram seus países para lutar pelo califado islâmico na Síria e Iraque, deixarão as prisões europeias após um breve período presos.

Ao todo, 12 mil europeus deixaram suas casas para lutar pelo Estado Islâmico e a Al-Qaeda desde 2011.

De acordo com informações do portal Metrópoles:

Agora, cerca de um terço pode estar em casa, a maioria vivendo livremente. Alguns aguardam julgamento, mas a maior parte nunca sequer enfrentou acusações sérias pela falta de provas suficientes.

Qual o tamanho da ameaça constituída por esses extremistas declarados vivendo na Europa? As autoridades estão preparadas para lidar com eles? As táticas até agora têm sido, no máximo, improvisadas.

“Há um número de frustrações e motivações pessoais que têm empurrado jovens para a jornada ao Estado Islâmico com as quais agora teremos de lidar”, disse Rik Coolsaet, especialista em extremismo violento pelo Instituto Egmont, na Bélgica. “Se não tratarmos disso agora, o ambiente vai continuar contribuindo para esse tipo de violência jihadista”.

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