Líder da greve dos petroleiros é um forte aliado do PT

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José Maria Rangel, coordenador da Federação Única dos Petroleiros (FUP) e líder da greve convocada para esta quarta-feira (30), é um grande aliado do Partido dos Trabalhadores (PT).

A paralisação dos petroleiros por 72 horas a partir da próxima quarta-feira (28) já estava agendada pela categoria antes da greve dos caminhoneiros, informou o coordenador da Federação Única dos Petroleiros (FUP), José Maria Rangel.

Segundo ele, o movimento é contra a atual política de preços da Petrobras, contra a venda de ativos pela estatal — incluindo o controle de quatro refinarias — e defende a saída do presidente da companhia, Pedro Parente.

De acordo com informações do jornal O Globo:

Segundo o coordenador da FUP, desde que a Petrobras anunciou a venda do controle acionário de quatro refinarias no mês passado, os petroleiros iniciaram um calendário de protestos.

Assim, depois da paralisação de 72 horas a partir do próximo dia 30, a categoria vai se reunir para avaliar os movimentos de mobilização e, possivelmente, marcar o início de uma greve por prazo indeterminado.

José Maria Rangel foi eleito para o cargo de coordenador da FUP em 2014, em evento onde o órgão também declarou apoio à ex-presidente Dilma Rousseff:

O coordenador do Sindipetro-NF, José Maria Rangel, foi eleito o novo coordenador geral da FUP em uma chapa unitária, que reúne militantes da Articulação Petroleira, CSD, CTB e independentes.

A plenária final também aprovou por unanimidade o apoio à reeleição da presidenta Dima Rousseff, que enviou aos delegados uma mensagem de congratulações, que foi lida em plenário, na quinta-feira, 14, durante a abertura do Congresso.

O petroleiro é figurinha carimbada em entrevistas no jornal petista Brasil 247, onde já propagou várias vezes a narrativa esquerdista de que o impeachment de Dilma foi um golpe:

‘No governo Lula, a Petrobras descobriu a maior província petrolífera do mundo, que é o pré-sal. Depois, dados de um HD da Halliburton, que prestava serviços para a Petrobras, misteriosamente desapareceram. Em seguida, os Estados Unidos reativaram a quarta frota, a Chevron pressionou pela abertura do pré-sal, a presidente Dilma Rousseff foi espionada e chegamos ao golpe de 2016’, diz o sindicalista.

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