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Macron condena jihadistas e defende direito à liberdade de expressão

"Podemos debater e argumentar sem precisar recorrer às mãos”, diz Macron.

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O presidente Emmanuel Macron voltou a defender, nesta segunda-feira (16), a legislação da França sobre a laicidade e a liberdade de expressão. 

Em entrevista à revista online Le Grand Continent, Macron destacou que a Constituição do país permite, entre outras manifestações, a publicação de caricaturas de Maomé, o profeta do Islamismo, assim como críticas a todas as religiões. 

O mandatário francês afirmou que existe um movimento estruturado de intimidação de líderes políticos e religiosos de uma parte do mundo muçulmano. 

De acordo com Macron, o intuito dos islâmicos é fazer a França modificar suas leis e direitos: 

“Isso me choca. Eu sou a favor do respeito às culturas e às civilizações, mas não vou mudar o meu direito porque ele choca em outro lugar.” 

O chefe da França acrescentou: 

“É precisamente porque o ódio é proibido nos valores europeus que a dignidade da pessoa humana prevalece sobre o resto. Uns podem chocar os outros e vice-versa.”  

Macron completou: 

“Podemos debater e argumentar sem precisar recorrer às mãos, porque isto é proibido, e a dignidade humana está acima de tudo.” 

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