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Macron convoca França a combater o ‘islamismo radical’

Tarciso Morais

Tarciso Morais

COLUNA: O globalismo ataca o Brasil e Macron é o seu moleque de recado
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"É evidente que existe um islamismo radical que leva à negação da República", diz Macron.

Emmanuel Macron, presidente da França, afirmou, nesta sexta-feira (2), que é preciso “combater o separatismo islâmico”, que busca “criar uma ordem paralela” no país.

Em discurso, segundo a agência France-Presse, Macron declarou:

“Há neste islamismo radical […] uma vontade reivindicada de infringir as leis da República e criar uma ordem paralela de outros valores, para desenvolver uma outra organização da sociedade.”

Macron disse ainda que o Islã “vive atualmente uma crise em todo mundo”, devido a “um endurecimento extremo” das posições:

“Não quero que haja qualquer confusão, ou amálgama, mas é evidente que existe um islamismo radical que leva à negação da República.”

O mandatário francês citou como exemplo a “desescolarização das crianças”, o “desenvolvimento de esportes comunitários e práticas culturais”, a “doutrinação” e a “negação dos nossos princípios, como a igualdade entre homens e mulheres”.

Ao alertar sobre o radicalismo do Islã, o presidente francês anunciou várias medidas, como a obrigatoriedade de que qualquer associação que solicitar subvenção pública assinem uma carta de laicismo, uma supervisão reforçada das escolas religiosas privadas e uma limitação estrita do ensino em casa.

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