Macron ignora protestos e amplia ‘passaporte sanitário’ na França

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A insatisfação popular contra o passaporte sanitário foi ignorada pelo governo Macron.

O governo da França ampliou a exigência do uso do certificado sanitário contra a Covid-19.

A partir de agora, além de bares, restaurantes, cinemas, teatros, hospitais , o documento será obrigatório em viagens intermunicipais e interregionais por avião, trem ou barco.

A expansão das medidas restritivas para os não vacinados acontece apesar dos quatro fins de semana consecutivos de protestos.

Em coletiva de imprensa, nesta segunda-feira (9), o ministro dos Transportes, Jean-Baptiste Djebbari, afirmou:

“O objetivo do passe sanitário nos transportes é incentivar a vacinação e a preservação da liberdade.”

Quem for flagrado entrando em algum lugar sem o “passaporte sanitário” pagará uma multa de 135 euros — cerca de R$ 830. Os estabelecimentos também serão punidos. 

Quem tentar usar o certificado de outra pessoa, porém, pagará uma multa ainda mais pesada, de até 750 euros — algo em torno de R$ 4,6 mil.

O certificado sanitário comprova que a pessoa se vacinou contra a doença; se recuperou da Covid-19 nos últimos 180 dias; ou tem um teste negativo para o coronavírus Sars-CoV-2 realizado em menos de 72 horas.

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