Macron tenta obter ganhos políticos em atos antissemitas

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Macron tenta obter ganhos políticos em atos antissemitas
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Após profanação de mais um cemitério judaico, o presidente da França tenta conter onda de antissemitismo no país.


A vida do presidente da França, Emmanuel Macron, não está nada fácil.

Balançando no cargo por conta dos intensos protestos do movimento dos coletes amarelos, Macron decidiu tomar uma atitude enérgica contra o avanço do antissemitismo na França.

Em discurso nesta quarta-feira (20) ao conselho representativo das instituições judaicas no país (CRIF), o presidente francês lamentou o “ressurgimento do antissemitismo sem precedentes desde a Segunda Guerra Mundial”.

De acordo com Macron, esse ressurgimento do antissemitismo é verificado não apenas na França, mas também “em toda a Europa e quase todas as democracias ocidentais”.

A Alemanha é a prova desta afirmação de Macron. Os atos antissemitas no país da chanceler Angela Merkel registraram aumento de quase 10% em 2018 e alcançaram seu nível mais alto em quase 10 anos. Já os atos violentos contra judeus tiveram uma escalada de 60%, como noticiou a RENOVA.

Curiosamente, tanto o governo da França quanto o da Alemanha são ferrenhos defensores da agenda globalista de fronteiras abertas. Os dois países passaram anos recebendo milhares de imigrantes ilegais, principalmente da região do Oriente Médio, onde a maioria da população é muçulmana.

Durante muito tempo foi avisado que extremistas islâmicos estariam aproveitando a crise migratória para invadirem o território europeu. Pouco tempo depois, o antissemitismo dispara na Europa, fazendo com que o ministro da Imigração de Israel chamasse os judeus de volta para casa.

Acontece que, ao invés de citar o problema da imigração em massa como uma das possíveis causas da onda de antissemitismo que assola a Europa, o presidente Macron decidiu apontar o dedo para a extrema direita da França.

Ainda em seu discurso desta quarta, segundo a agência AFP, Macron afirmou:

“Pedi ao ministro do Interior que inicie os procedimentos para dissolver as associações ou grupos que, por seu comportamento, alimentam o ódio, promovem a discriminação e pedem uma ação violenta.”

O presidente francês também anunciou que determinou seu gabinete ações concretas para obter a dissolução de três associações de extrema direita.

Além disso, Macron anunciou que um legislador de seu partido apresentará em maio um projeto de lei para enfrentar crimes de ódio na Internet.

Ou seja, na visão do globalista Emmanuel Macron, a extrema direita e a internet são as principais responsáveis pelo avanço do antissemitismo. Em nenhum momento do seu discurso à comunidade judaica ele citou os problemas da migração em massa e do extremismo islâmico.

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