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Maduro acusa Chile, Colômbia e México de apoiar ‘terroristas’

O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, acusou os governos do Chile, Colômbia e México de ajudarem “terroristas” que tentaram matá-lo durante um suposto ataque com drone no início de agosto.

Os três países refutaram as acusações do líder do regime socialista da Venezuela de estarem envolvidos no ataque.

Segundo informações da ditadura, os autores do ataque utilizaram aeronaves de controle remoto com explosivos durante um desfile militar.

Nicolás Maduro mostrou um vídeo de um jovem venezuelano, identificado como Henryberth Rivas, que disse em uma transmissão de televisão exibida na noite de segunda-feira (24) que participou do ataque com drone contra o ditador.

No vídeo, Rivas disse que depois da ação foi instruído por um colega conspirador a buscar refúgio na embaixada do Chile em Caracas, de onde lhe disseram que ele seria levado em segredo à embaixada do México, depois para a embaixada colombiana e finalmente para a Colômbia através da fronteira.

Mas a embaixada chilena estava fechada e o plano fracassou, disse Rivas.

Maduro declarou:

Hoje posso dizer que temos elementos convincentes da participação de diplomatas chilenos, colombianos e mexicanos na proteção destas pessoas que cometeram um ato terrorista.

 

Adaptado da fonte Reuters

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