A ditadura da Venezuela reforçou presença militar na fronteira com a Colômbia depois que parte da ajuda humanitária destinada ao país começou a ser armazenada na cidade fronteiriça de Cúcuta.
A afirmação foi feita nesta segunda-feira (11) pelo ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino.
“Temos presença reforçada em toda a fronteira”, disse Padrino aos jornalistas após participar de um ato militar.
O presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, lidera uma operação para enviar ao País ajuda humanitária através de uma coalizão internacional.
Dias atrás, a Guarda Nacional Bolivariana (GNB) interditou a ponte de Las Tienditas, uma moderna infraestrutura conectando Venezuela e Colômbia que ainda não foi inaugurada oficialmente, por onde estava prevista a entrada da ajuda humanitária.
Segundo a UOL, o ministro da Defesa esbravejou:
“[A ajuda humanitária] é uma aberração. Querem fazer uma chantagem com a Venezuela com este tema.”
E completou:
“A fronteira está segura sempre e está sendo reforçada não só por isso [pela chegada de ajuda], mas por todos os crimes que são cometidos e todos os males que vêm da república da Colômbia que, infelizmente, não é de um dia.”