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Maioria do Supremo rejeita direito ao esquecimento no Brasil

Decisão do STF contraria prioridades do Brasil, diz Lava Jato
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Maioria dos ministros do STF rejeitaram direito ao esquecimento no Brasil.

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu, nesta quinta-feira (11), o julgamento sobre a constitucionalidade de um eventual direito ao esquecimento.  

Por 9 votos a 1, os ministros entenderam que tal direito não existe.  

O caso concreto envolve o assassinato da jovem Aída Jacob Curi, em 1958, no Rio de Janeiro

Ela foi agredida durante tentativa de estupro e, depois de desmaiada, arremessada de um prédio pelos autores do homicídio.  

O crime foi reconstituído em 2004 pelo extinto programa Linha Direta, da TV Globo. 

Parentes de Aída reclamam na Justiça da exposição do caso e pediram ressarcimento por danos e lesão à imagem deles.

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