Maioria dos refugiados criminosos sexuais na Finlândia são muçulmanos

Estudo aponta que 93% dos crimes sexuais praticados por imigrantes na Finlândia foram cometidos por solicitantes de asilo oriundos de países islâmicos.

Uma investigação com base no banco de dados policiais da Finlândia, feita pela Academia de Polícia do país, mostra que 131 cidadãos finlandeses foram vítimas de crimes sexuais cometidos por solicitantes de asilo no ano de 2016.

Um total de 1.052 solicitantes de asilo foram apontados e/ou denunciados como suspeitos de crimes sexuais em 2016, praticamente todos homens, que juntos, representavam 29 nações.

Dois terços eram iraquianos e a idade dos suspeitos era distribuída de forma equilibrada.

As mulheres finlandesas foram vítimas em 8 dos 10 casos cometidos por imigrantes, muçulmanos em sua grande maioria: 108 dos 116 envolvidos com crimes sexuais provêm de países islâmicos como o Iraque (83), Afeganistão (14) e Marrocos (6).

Quase metade dos casos de ofensas sexuais foram cometidos contra meninas finlandesas com idade inferior a 18 anos, das quais algumas procuravam homens para ter acesso a cigarros e drogas, como revela o estudo.

Entre as denúncias feitas contra solicitantes de asilo, a de ofensas sexuais é a mais frequente, ocupando 32% dos relatos. Quase um em cada sete casos, ou 16%, tratavam de estupro coletivo e outros 16% dos relatos foram por assédio sexual.

3 de 5 agressões sexuais relatadas envolvendo requerentes de asilo como infratores suspeitos, ocorreram em locais públicos. 1 em cada 5 em casas particulares, 1 em 10 nos centros de refugiados e 1 em cada 4 em locais desconhecidos.

A investigação da academia de polícia sobre crimes sexuais de migrantes é a primeira desse tipo na Finlândia. Apenas crimes graves foram incorporadas neste estudo, excluindo as violações das regras de asilo do país.

 

Traduzida e adaptada de Voice of Europe por Daniel Lobo
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

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