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Mais 100 milhões de trabalhadores na pobreza

Pobreza na Argentina atinge 35,4% da população
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"Recuperar-se da covid-19 não é somente um problema de saúde", diz relatório da OIT.

A pandemia de coronavírus colocou, em 17 meses, mais de 100 milhões de trabalhadores na pobreza.

A informação foi divulgada, nesta quarta-feira (2), pela Organização das Nações Unidas (ONU) em um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

As principais causas citadas pela entidade internacional foram o desaparecimento de horas de trabalho e a escassez de empregos de boa qualidade.

Cinco anos de progressos foram arruinados até a erradicação dos trabalhadores pobres“, diz um trecho do relatório.

Ainda no relatório, a OIT diz que a crise está longe de acabar e não se espera que o emprego retorne ao nível anterior à pandemia até 2023.

O diretor-geral da OIT, Guy Ryder, destacou que “será necessário superar os graves danos provocados às economias e às sociedades“:

“Sem um esforço deliberado para acelerar a criação de empregos decentes e apoiar os membros mais vulneráveis das sociedades e a reativação dos setores econômicos mais afetados, os efeitos da pandemia poderiam durar anos sob a forma de perda de potencial humano e econômico e maior pobreza e desigualdade.”

O relatório da OIT ainda demonstra que se espera que cerca de 205 milhões de pessoas ainda estarão desempregadas em 2022, muito acima dos 187 milhões de 2019.

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