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Mandetta e Teich miram em Bolsonaro após 100 mil mortes por coronavírus

Imagem: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
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Ex-ministros da Saúde criticaram a atuação do presidente Jair Bolsonaro.

No dia em que o Brasil ultrapassou a marca de 100 mil mortes por coronavírus, os ex-ministros da Saúde, Henrique Mandetta e Nelson Teich, lamentaram os óbitos e miraram no presidente da República, Jair Bolsonaro.

Em entrevista à GloboNews, neste sábado (8), Mandetta declarou:

“Todos os cenários de como enfrentar a pandemia foram dados. Existia aquela história de quarentena vertical, que seria uma tragédia, a gente resistiu bastante. Existiam as pessoas que negavam, que diziam que o vírus não se daria bem em clima tropical. E [Jair Bolsonaro] sempre se assessorando com pessoas que falavam o que o presidente queria ouvir. Não tenho dúvida que esse somatório de fatores foi preponderante no marco a que chegamos. Além disso houve uma troca sucessiva no Ministério da Saúde. Essas medidas do presidente foram preponderantes no número que estamos vendo.”

Durante participação na mesma emissora, Teich acrescentou:

“Quando aceitei o convite ao ministério, tinha muito claro o que queria fazer. Eu aceitaria novamente. Agora, lá dentro você avalia a capacidade do que pode fazer. E, na prática, eu vi que não tinha autonomia. A cloroquina era o problema do momento, mas o que eu via era uma falta de como implementar uma autonomia.”

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